As VEIAS da cabeça vão se fundindo entre si para forma a VEIA CAVA SUPERIOR.

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Quando ocorre uma hemorragia por varizes esofágicas fora dos grandes centros, não há a opção de tratamento farmacológico com vasodilatadores esplâncnicos, endoscopia de urgência.

TO São veias dilatadas e tortuosas, geralmente localizadas no terço inferior do esôfago, na região esofagogástrica, em consequência do aumento da pressão do sangue causada principalmente pela cirrose do fígado. A cirrose forma uma barragem ao sangue que vem dos intestinos pela veia porta para, através do fígado, atingir a veia cava inferior e o coração. Saiba mais: - Varizes esofágicas são causa frequente de hemorragia do tubo digestivo, dando origem a hematêmese e melena. - A trombose da veia esplênica é outra causa de varizes esofágicas e há ainda outras causas mais raras. A hemorragia interna ocorre quando uma artéria ou uma veia permitem ao sangue de sair do sistema circulatório e ficar acumulado em um órgão ou uma cavidade do corpo. A cirrose do fígado é a causa mais freqüente de varizes esofágicas. As varizes esofágicas ocorrem quase sempre em pessoas com cirrose hepática. Os indivíduos com varizes esofágicas secundárias a cirrose hepática apresentam geralmente outros sintomas relacionados com a sua doença do fígado. Prevenção A melhor forma de prevenir as varizes esofágicas consiste em reduzir o risco de cirrose.

O Laser pode ser usado para tratar quase todos os estágios de varizes, desde o tratamento de vasinhos (telangiectasias) até para a ablação da veia safena.

  • As paredes das varizes são muito finas;
  • A pressão no interior das varizes é superior à pressão no interior das veias saudáveis;
  • As varizes estão próximas à superfície do esófago.

Não existe vacina para prevenir a infecção pelo vírus da hepatite C. Se um doente tiver varizes esofágicas, o tratamento pode prevenir a hemorragia.

Tratamento O tratamento de emergência da hemorragia por rotura de varizes esofágicas começa pela administração de sangue e de soros por via endovenosa para compensar a perda de sangue. Este tratamento reduz o excesso de pressão nas varizes esofágicas e diminui o risco de hemorragia no futuro. Quando contactar um médico A hemorragia das varizes esofágicas pode por em risco a vida dos doentes. Prognóstico Pelo menos 50% dos doentes que sobrevivem a uma hemorragia por varizes esofágicas encontram-se em risco de uma nova hemorragia nos próximos um a dois anos. Varizes esofágicas são vasos sanguíneos colaterais dilatados que se desenvolvem como complicação de hipertensão portal, geralmente no contexto de cirrose. As varizes esofágicas ocorrem frequentemente em indivíduos com cirrose hepática. Outras causas de hipertensão portal e varizes esofágicas são coágulos de sangue nas veias que transportam o sangue do e para o fígado e a esquistossomose. Os indivíduos com varizes esofágicas que surgem secundariamente a cirrose hepática apresentam, na maior parte dos casos, outros sintomas relacionados com a sua patologia do fígado. O tratamento emergente da hemorragia devido à rotura de varizes esofágicas é feito, inicialmente, pela administração de soros e de sangue por via endovenosa.

3.1 HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA NÃO VARICOSA (HDANV)

  • Pode ser decorrente de processos infecciosos agudos, tuberculose, tumores malignos (especialmente o câncer gástrico), insuficiência renal, cirrose hepática, insuficiência cardíaca, intoxicação medicamentosa especialmente por digitálicos, hipotireoidismo etc.

Nos indivíduos que sofrem de cirrose hepática grave pode ser necessária a realização de um procedimento para diminuir a pressão na veia porta.

Diagnóstico de emergência Na maioria dos pacientes admitidos no hospital com hemorragia gastrointestinal alta, o diagnóstico de varizes esofágicas sangrantes depende de respostas afirmativas a três perguntas. As varizes são veias dilatadas que podem surgir em doenças que fazem aumentar a pressão nas veias do sistema porta, sendo o exemplo mais  frequente a cirrose hepática. A cirrose hepática ou a trombose de veia porta ou esplênica, resultando em esplenomegalia congestiva (ver adiante) é uma causa freqüente de hiperesplenismo. A hipertensão portal é uma complicação de evolução progressiva da cirrose hepática, sua consequência direta é a formação de varizes esofágicas, com risco de hemorragia digestiva alta e sangramento. O sangramento por varizes esofágicas é uma complicação potencialmente letal da cirrose, principalmente em pacientes que apresentam outras complicações clínicas da cirrose como icterícia ou episódios prévios de hemorragia varicosa. No momento do diagnóstico, varizes esofágicas estão presentes em pouco menos de 50% dos pacientes e cerca de um terço dos pacientes com cirrose hepáticadesenvolverão hemorragia varicosa. Em pacientes com cirrose compensada (isto é, aqueles que não têm ascite, hemorragia por varizes, encefalopatia, ou icterícia), a classificação de Child-Pugh tem importante valor prognóstico. Em pacientes sem varizes e naqueles com hemorragia varicosa, a mensuração do gradiente de pressão venosa hepática (GPVH) é o melhor método para estratificar o risco. No caso das varizes gástricas, que estão presentes em 20% dos pacientes com cirrose, quer isoladamente ou em combinação com varizes de esôfago, o tratamento apresenta algumas diferenças.

4. As diferentes VEIAS do corpo vão se fundindo entre si para formar a VEIA CAVA INFERIOR.

  • falência do tratamento endoscópico agudo
  • falência no tratamento endoscópico de longa duração
  • hemorragia de varizes gástricas ou de GHP
  • falência na colocação da TIPS.

O sangramento de varizes de fundo gástrico é mais grave entre as varizes gástricas e está associado com uma maior taxa de morte do que o sangramento de varizes esofágicas.

A terapia endoscópica pode ser repetida no primeiro episódio de ressangramento no caso de varizes esofágicas, mas não oferece benefício em varizes gástricas. O portador pode apresentar diversas complicações entre elas a hemorragia por varizes esofágicas, a ascite (e peritonite bacteriana espontânea), a desnutrição, a encefalopatia hepática e o hepatocarcinoma. As varizes esofágicas são o resultado da hipertensão portal que geralmente é causada por cirrose do fígado. O tratamento para reduzir a pressão arterial do sangue na veia pode reduzir o risco de sangramento de varizes esofágicas. Se as varizes esofágicas têm um alto risco de hemorragia, o médico pode recomendar um procedimento chamado ligadura elástica. Criando um caminho de suplemento para o sangue, o shunt reduz a pressão na veia porta e muitas vezes pára o sangramento de varizes esofágicas. Atualmente, nenhum tratamento pode impedir o desenvolvimento de varizes esofágicas em pessoas com cirrose. As outras causas hepáticas incluem hepatite crônica, hepatite alcoólica grave sem cirrose e obstrução da veia hepática (síndrome de Budd-Chiari). ; As varizes esofágicas quase sempre ocorrem em pessoas que têm cirrose do fígado.

5. As VEIAS da cabeça vão se fundindo entre si para forma a VEIA CAVA SUPERIOR.

; As pessoas com varizes esofágicas causadas pela cirrose geralmente têm outros sintomas relacionados com a sua doença hepática .

; Prevenção; A melhor maneira de prevenir varizes esofágicas é reduzir o risco de cirrose. ; Tratamento; O tratamento de emergência para o sangramento de varizes esofágicas começa com sangue e fluidos por via intravenosa (na veia) para compensar a perda de sangue. Como prevenir esta condição de saúde A melhor maneira de prevenir varizes esofágicas é reduzir o risco de cirrose. controlar a hemorragia, aguda por ruptura de varizes esofágicas em 85-92% dos pacientes e se as varizes esofágicas mais comuns não se manifestar antes das complicações mais graves - hemorragia. Quando o sangue é limpo a partir do sistema através da veia porta via colaterais gástricos vasos nas veias esofágicas, pelo que a pressão nele é aumentada significativamente. O método mais informativo do diagnóstico de varizes esofágicas é esofagogastroduodenoscopia - quando visto a partir do lúmen do corpo através do endoscópio pode ver as veias azuladas abaulamento nós. DISCUSSÃO A combinação de esplenomegalia e hipertensão portal é frequentemente encontrada em pacientes com cirrose hepática ou trombose da veia porta. Na SCB o ramo esquerdo é mais volumoso, pelo fato de receber a maior quantidade do sangue portal, que ganhará a veia cava inferior por intermédio da veia paraumbilical.

a)(F) Nem sempre uma veia transporta sangue carbonado (rico em CO2). Lembre das veias pulmonares que trazem sangue arterial dos pulmões para o coração.

Alguns estudos prévios correlacionaram alterações de estruturas vasculares paraesofágicas com a recidiva de varizes esofágicas, sendo as mais estudadas: a veia ázigos, o ducto torácico e as varizes paraesofágicas.

Estas surgem em pacientes que possuem pressão aumentada da veia porta (hipertensão portal) que possui várias causas sendo a principal delas a cirrose hepática. Uma apresentação mais drástica é a hemorragia GI maciça a partir de varizes esofágicas secundária à hipertensão portal. Os eventos terminais são semelhantes aos de outras formas de cirrose: hipertensão portal e varizes esofágicas, ascite, insuficiência hepatorrenal e insuficiência hepática. Desenvolvimento de hemorragia é a complicação mais grave de varizes esofágicas. As varizes esofágicas podem ser vistos em 70% dos pacientes com cirrose do fado. Alterações na circulação do sangue através do fígado de um paciente com cirrose levam certas veias do esôfago e do estômago a se dilatarem, tornando-se mais frágeis. Objetivo: Avaliar o perfil evolutivo das varizes esofágicas após esplenectomia + ligadura da veia gástrica esquerda associada à escleroterapia endoscópica na hipertensão portal esquistossomótica. Método: Estudo prospectivo, observacional, de pacientes esquistossomóticos com antecedentes de hemorragia digestiva alta, submetidos à esplenectomia + ligadura da veia gástrica esquerda e escleroterapia. Resumo A hemorragia digestiva alta decorrente da ruptura de varizes esofágicas é causa importante de morbimortalidade entre os pacientes com hipertensão porta.

b)(F) Artérias e não veias levam sangue do coração para os tecidos. Veias e não artérias trazem sangue dos tecidos para o coração.

Palavras-chave: Varizes Esofágicas e Gástricas; Hipertensão Portal; Hemorragia Gastrointestinal; Endoscopia Gastrointestinal; Cirrose Hepática; Fatores de Risco.

INTRODUÇÃO A hipertensão porta é uma complicação importante na história natural da cirrose hepática, da trombose de veia porta e de diversas hepatopatias fibrosantes como a fibrose hepática congênita. Resulta na formação de varizes esofágicas (VEs), varizes gástricas e gastropatia da hipertensão porta e, como consequência, na hemorragia digestiva alta (HDA). Enquanto entre os adultos a hipertensão porta é causada principalmente pela cirrose, nas crianças parcela considerável dos casos é representada pela trombose de veia porta. Além disso, nas crianças com trombose de veia porta, a função hepatocelular está preservada e as complicações cardíacas e pulmonares relacionadas com a cirrose estão ausentes. Para minimizar o risco de hemorragia das varizes esofágicas, o médico pode tentar reduzir a pressão na veia porta. As complicações da hipertensão portal/cirrose incluem: - Hemorragia das varizes gástricas ou esofágicas (é a complicação mais comum). As varizes gástricas são comuns em cerca de 20% dos pacientes com hipertensão , principalmente derivada de cirrose; a veia porta recebe as veias gástrica esquerda, pancreatoduodenais e cística. O médico vê o interior do estômago em uma tela, e olha para os vasos sanguíneos inchados (varizes); Um sinal distintivo da cirrose.

b)(F) Veias pulmonares transportam sangue ARTERIAL dos pulmões para o átrio esquerdo do coração.

Quanto mais extensa for a cirrose, maior costuma ser a obstrução ao sangue que chega pela veia porta.

Quando o sangue que deveria ser drenado pela veia porta começa a retornar em grande quantidade por veias colaterais, estas dilatam-se, formando varizes. O paciente com cirrose habitualmente tem as veias abdominais bem nítidas, pois elas passam a receber grandes volumes de sangue vindos da veia porta obstruída. As varizes gástricas tendem a sangrar diante de um GPVH menor, em comparação às varizes esofágicas, além de sangrarem mais severamente. Também pode haver um aumento correspondente do baço seguido por varicosidades nas veias do baço e do estômago que conduz a um desenvolvimento de varizes esofágicas , numa fase posterior . Estas varizes apresentam um risco elevado de hemorragia e, portanto, existem alguns tratamentos que permitem prevenir este acontecimento, sendo a Ligadura Elástica de Varizes Esofágicas um deles. Hemorragia: durante muitos anos prevaleceu o conceito de que varizes esofágicas e gástricas de calibre maior sempre iriam sangrar e que, portanto, a indicação cirúrgica aplicava-se a todos os casos. A denominação mais apropriada é desconexão portavarizes, pois o procedimento, na verdade, reduz o fluxo sangüíneo entre o sistema porta hepático e a região das varizes esofágicas e gástricas. A veia gástrica esquerda ou coronária drena o esôfago distal e a pequena curvatura do estômago e entra diretamente na veia porta em sua porção mais inicial. As veias gástricas curtas, responsáveis pela drenagem do fundo gástrico, são tributárias da veia esplênica e, assim, também são diretamente influenciadas pela pressão no interior do sistema porta.

As varizes esofágicas e cirrose

CONSEQUÊNCIAS: A veia gastroepiplóica esquerda torna-se um vaso colateral maior, e varizes gástricas, predominantemente as esofagianas, se desenvolvem.

Os 10% restantes dos pacientes sangram por Mallory-Weiss, úlceras gástricas e úlceras duodenais, todas estas mais comuns em paciente com cirrose alcoólica que na população geral. Pode ser encontrado nível alto de ADH no sangue da veia jugular de alguns pacientes portadores de cirrose e que tenham ascite. Nos pacientes com cirrose e varizes esofágicas se recomenda a prevenção da primeira hemorragia com betabloqueadores. RACIONAL: A hipertensão portal é a causa principal das complicações da cirrose hepática, traduzidas clinicamente por circulação colateral visível na parede abdominal, ascite e varizes esofágicas. Os pacientes eram cirróticos, apresentavam hipertensão porta com pressão > 12 mmHg e varizes esofágicas grau 2 ou 3 à endoscopia com ou sem histórico de hemorragia digestiva alta. Varizes esofágicas em um paciente com cirrose hepáticaVarizes esofágicas em um paciente com cirrose hepática. Na cirrose, a hipertensão portal leva à dilatação de anastomoses entre o sistema porta e o sistema da veia cava superior, a nível da submucosa do terço inferior do esôfago. Quanto mais extensa for a cirrose, maior é a obstrução ao sangue que chega pela veia porta. Quando o sangue que deveria ser drenado pela veia porta, começa a retornar em grande quantidade por veias colaterais, surgem as varizes, que são dilatações anormais das veias.

Apresentação em tema: “Varizes esofágicas em um paciente com cirrose hepática”— Transcrição da apresentação:

ARTIGO ORIGINAL Preditores não invasivos de varizes esofágicas em crianças e adolescentes com hepatopatia crônica ou obstrução extra-hepática da veia porta http://dx.doi.org/10.2223/JPED.2205 Roberta V. AlcantaraI;

RESUMO Objetivo: Identificar preditores não invasivos de varizes esofágicas em crianças e adolescentes com hepatopatia crônica ou obstrução extra-hepática da veia porta. Não foram encontrados preditores de varizes esofágicas entre os pacientes com obstrução extra-hepática da veia porta. 2012;88(4):341-6: Varizes esofágicas, obstrução extra-hepática da veia porta, cirrose, hipertensão portal, criança, adolescente. Freqüentemente, o primeiro sintoma da trombose da veia porta é o sangramento de varizes esofágicas (veias varicosas) localizadas na extremidade inferior do esôfago. Tratamento O tratamento visa reduzir a pressão na veia porta e a prevenção do sangramento das varizes esofágicas. Varizes esofágicas vistas na endoscopia Ao momento do diagnóstico de cirrose, 30 a 40% dos indivíduos com doença Variz esofágica com sangramento ativo (seta) Além das varizes esofágicas, também podem ocorrer varizes no estômago. gástricas refratário ao tratamento endoscópico Variz gástrica com sangramento ativo (fonte) pacientes não cirróticos com trombose de veia porta e portadores de As veias gástricas são paralelas às artérias em posição e trajeto, e desembocam na veia porta. As veias gástricas esquerda e direita drenam para a veia porta do fígado. As veias gástricas curtas e a veia gastromental esquerda: drenam para a veia esplênica, que se une à mesentérica superior para formar a veia porta do fígado. Numa situação de impedimento de fluxo portal, cirrose, por exemplo, que o sangue não consegue passar adequadamente pelo fígado, isso gera um aumento de pressão dentro do sistema porta. Varizes de esôfago A hipertensão portal é a condição hemodinâmica associada às complicações mais graves de cirrose hepática, incluindo ascite, encefalopatia hepática e sangramento de varizes gastroesofágicas. O paciente apresenta novo episodio de hematêmese que demonstrou uma hemorragia digestiva alta e foi submetido à endoscopia que detectou varizes esofágicas.